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Estrelas do Real Madrid Baloncesto (18)

por Pedro Silva, em 01.07.18

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Nome: Lolo Sainz

Posição: Extremo-Base

Data de Nascimento: 28/08/1940

País: Espanha

Altura: 1,86m

Clubes: Real Madrid Baloncesto (1961 - 1968)

Ano de fim de carreira: 1968

Palmarés: 7 Liga ACB (1960/61, 1961/62, 1962/63, 1963/64, 1964/65, 1965/66, 1967/68); 4 Copa del Rey (1962, 1965, 1966, 1967), 4 EuroLeague (1963/64, 1964/65, 1966/67, 1967/68), 1 Copa Latina (1967)

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publicado às 22:19

Estrelas do Real Madrid Baloncesto (17)

por Pedro Silva, em 10.06.18

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Nome: Llorente

Posição: Base

Data de Nascimento: 11/01/1959

País: Espanha

Altura: 1,82m

Clubes: Real Madrid Baloncesto (1979-1983), CD Cajamadrid (1983-1985), CB Zaragoza (1985-1987), Real Madrid Baloncesto (1987-1992), CB Andorra (1992-1996), Baloncesto Fuenlabrada (1996-1997)

Ano de fim de carreira: 1997

Palmarés:  2 Liga ACB (1979/80, 1981/82); 2 Copa del Rey (1981, 1989), 1 EuroLeague (1980), 1 FIBA Korać Cup (1988), 2 FIBA Saporta Cup (1989, 1992), 1 FIBA Intercontinental Cup (1981)

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publicado às 23:55

85-80: O Real Madrid conquista a Décima!

por Pedro Silva, em 22.05.18

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Os blancos derrotaram o Fenerbahçe e proclamam-se campeões europeus pela segunda vez em quatro anos. Doncic, MVP da Final Four.

 

Real Madrid engrandece a sua lenda em Belgrado e a sua hegemonia no Velho Continente ao proclamar-se campeão europeu pela décima vez na sua história e ganhar a segunda Euroliga em quatro anos. Impôs-se ao Fenerbahçe numa grande final, na qual teve que superar o campeão em título, que fez frente até ao último segundo. Foi com uma exibição colectiva, demonstrando solidariedade, carácter e união. De outra forma teria sido impossível consegui-lo. Seis jogadores com dois dígitos em valorização, liderados por uns superlativos Causeur (17 pontos e 21 de valorização) e Luka Doncic, que com 15 pontos e 17 de valorização foi eleito MVP da Final Four.

Não era Istambul mas parecia pelo amarelo que inundava as bancadas da Stark Arena. O Real Madrid tinha que lutar contra um ambiente desfavorável e uma oposição do Fenerbahçe baseada no jogo no limite. Aguentou a entrada turca e não se preocupou que fossem dois secundários como Ahmet (8) e Kalinic (5) a marcarem. Os importantes estavam marcados. A pressão dos comandados por Obradovic durou cinco minutos (6-11), os que demoraram os blancos a juntarem ao seu jogo o acerto nos triplos.  

O perímetro madridista começa a carburar
Um desconto de tempo de Laso e a entrada em campo de Rudy e Llull deram ao Madrid maior capacidade para ameaçar com o jogo exterior. Isso somado a que defensivamente aplicasse a mesma dureza do adversário permitiu encadear uns minutos de grande nível. Como fizeram nas meias-finais, deixaram para trás o Fenerbahçe e com um parcial de 16-1 em sete minutos, nos quais marcaram quatro triplos em cinco tentativas, alcançaram a maior diferença (25-17, min. 12). Foram Sloukas e Melli os que deram um passo em frente do lado turco para porem fim à série madridista e levarem a final a uma troca de golpes até ao intervalo com o 38-40.

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A elevada exigência do jogo não permitia descansar e o Madrid demostrou estar muito concentrado. Fez um terceiro quarto sensacional a todos os níveis. Não fraquejou apesar da pressão exercida pelo Fenerbahçe, agora com Wanamaker no comando, e seus seguidores. Fazia frente com todos os seus jogadores, liderados por um sensacional Causeur. O francês marcou 12 pontos no terceiro quarto para um total de 25 do Madrid. A sua contribuição e a de Reyes na área restritiva, mais um grande trabalho defensivo que apenas concedeu 15 pontos ao adversário, permitiram aos jogadores orientados por Laso entrarem com 8 pontos de vantagem no quarto decisivo (63-55, min. 30).

A força de uma equipa 
Assim foi como tinha jogado durante todo o encontro e a chave do êxito do grupo de Laso: ser uma equipa. Foi impressionante. Em cada bola, em cada posse, o Madrid deu tudo. O Fenerbahçe continuava sem poder derrubar a solidez madridista. Tentava com um acertadíssimo Melli, mas os blancos respondiam uma e outra vez com diferentes protagonistas. Tavares controlava o jogo ofensivo turco, Doncic a dirigir, Thompkins, Carroll... uma exibição de basquetebol solidário. Um triplo de Carroll colocou o Madrid dez pontos à frente com 71-61 no minuto 35.

Sangue frio com Causeur no comando 
Com tudo que tinham, os jogadores de Obradovic lutaram até final, diminuindo a desvantagem para 81-78 a 22 segundos do final, mas a Décima merecia um esforço suplementar. Um ressalto de Thompkins no ataque e posterior cesto, e dois lançamentos livres de Causeur faziam cair definitivamente o Fenerbahçe e permitiam ao Real Madrid alcancar o sonho numa temporada carregada de dificuldades (85-80, min. 40).

 

Artigo publicado no site Real Madrid CF

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publicado às 00:00

Na Final!

por Pedro Silva, em 18.05.18

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publicado às 22:56



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