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Os blancos derrotaram o Fenerbahçe e proclamam-se campeões europeus pela segunda vez em quatro anos. Doncic, MVP da Final Four.
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A elevada exigência do jogo não permitia descansar e o Madrid demostrou estar muito concentrado. Fez um terceiro quarto sensacional a todos os níveis. Não fraquejou apesar da pressão exercida pelo Fenerbahçe, agora com Wanamaker no comando, e seus seguidores. Fazia frente com todos os seus jogadores, liderados por um sensacional Causeur. O francês marcou 12 pontos no terceiro quarto para um total de 25 do Madrid. A sua contribuição e a de Reyes na área restritiva, mais um grande trabalho defensivo que apenas concedeu 15 pontos ao adversário, permitiram aos jogadores orientados por Laso entrarem com 8 pontos de vantagem no quarto decisivo (63-55, min. 30).
A força de uma equipa
Assim foi como tinha jogado durante todo o encontro e a chave do êxito do grupo de Laso: ser uma equipa. Foi impressionante. Em cada bola, em cada posse, o Madrid deu tudo. O Fenerbahçe continuava sem poder derrubar a solidez madridista. Tentava com um acertadíssimo Melli, mas os blancos respondiam uma e outra vez com diferentes protagonistas. Tavares controlava o jogo ofensivo turco, Doncic a dirigir, Thompkins, Carroll... uma exibição de basquetebol solidário. Um triplo de Carroll colocou o Madrid dez pontos à frente com 71-61 no minuto 35.
Sangue frio com Causeur no comando
Com tudo que tinham, os jogadores de Obradovic lutaram até final, diminuindo a desvantagem para 81-78 a 22 segundos do final, mas a Décima merecia um esforço suplementar. Um ressalto de Thompkins no ataque e posterior cesto, e dois lançamentos livres de Causeur faziam cair definitivamente o Fenerbahçe e permitiam ao Real Madrid alcancar o sonho numa temporada carregada de dificuldades (85-80, min. 40).
Artigo publicado no site Real Madrid CF
CR7 trabalhou com o técnico italiano no Real Madrid.
Depois de Cristiano Ronaldo ter considerado que Carlo Ancelotti parece um “urso grande ” devido à simpatia, o treinador italiano confirmou as afirmações do jogador português. Em declarações ao ‘Goal’, o técnico do Bayern de Munique realçou que as palavras de Ronaldo acertaram na ‘muche’. O italiano revelou que se revê no que foi dito.
“Sim, concordo com ele. É a minha maneira de ser. Sou uma pessoa calma e sossegada, talvez porque nunca tenho pessoas aborrecidas à minha volta. O meu pai, o meu primeiro professor e o meu primeiro treinador eram pessoas bastante tranquilas”.
O treinador adiantou ainda que esse tipo de personalidade pode até não ser o mais indicado para um treinador de Portugal, mas que faz parte de si. Para Carlo Ancelotti, a honestidade é muito importante.
“Não sei se a minha personalidade será a mais indicada para um treinador de futebol, mas, acima de tudo, quero ser honesto com os jogadores e o clube que represento”.
Carlo Ancelotti trabalhou com Cristiano Ronaldo durante a sua passagem pelo Real Madrid. Juntos, os dois conquistaram uma Liga dos Campeões. Em Lisboa, o treinador viu a sua equipa vencer o Atlético de Madrid e conquistar ‘la décima’.
O capitão soma 43 golos no campeonato pelo conjunto branco.
Sergio Ramos é sempre decisivo quando se integra no ataque. Neste arranque de temporada está a demonstrá-lo novamente. O capitão madridista soma já dois golos, um na Supertaça Europeia e outro na Liga. Precisamente, após o seu tento no último sábado ao Osasuna, passou a ter golos nas suas 12 Ligas pelo Real Madrid.
A sua estreia goleadora no campeonato deu-se em Dezembro de 2005 frente ao Málaga. Desde então, conseguiu 43 remates certeiros. O seu recorde numa edição da Liga está nos 5 tentos das epocas 2006/07 e 2007/08. Tendo em conta todas as competições, Ramos soma 60 golos como madridista. Entre eles, os que marcou nas finais da Décima e da Décima Primeira.
Eis o prometido comentário sobre o novo Treinador do Real Madrid CF.
Não será um comentário muito longo porque não há quase nada para se dizer sobre o Zidane Treinador. Já sobre o Zidane Jogador há muito para se dizer. O Francês foi um dos melhores Jogadores do Mundo e no campo tinha sempre uma dupla faceta. Dito de outra forma Zidane era um Jogador capaz de fazer maravilhas com a bola e de, ao mesmo tempo, emborrar com o Jogador adversário ao ponto de se envolver em picardias ridículas.
Contudo o que nos interessa neste momento é o Zidane Treinador e sobre este sabemos muito pouco. Sabemos que teve um bom “Professor” (Carlo Ancelotti), que fez parte da equipa técnica que conduziu o Clube Blanco à última conquista europeia e mundial e que após a conquista de La Décima este “abraçou” a carreira de Treinador de futebol.
Em suma pouco se sabe sobre o Zidane Treinador, mas daí a traçar-lhe o destino do insucesso vai uma grande distância.
È um facto que o banco do Real Madrid Cfr é algo de muito complicado, assim como também é verdade qye haviam outros Treinadores mais laureados disponíveis para treinar a equipa Merengue, mas é preciso ter-se coragem para “pegar” numa equipa que foi completamente desfeita pelo pior Treinador de sempre (Rafa Benítez) e voltar afazer dela a equipa ganhadora que encatou a Europa e o Mundo há não muito tempo.
Por mim Zinédine Zidane tem o meu apoio incondicional. Se a coisa vai correr bem ou não só o tempo o dirá mas melhor que Benítez este fará de certeza embora o Francês não seja um “Santo milagreiro”..