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O tento do natural de Maiorca deu a quarta vitória na Liga ao Real Madrid num jogo em que Odriozola se estreou.
O REAL MADRID ESTÁ HÁ 39 JOGOS CONSECUTIVOS DA LIGA A MARCAR AO ESPANHOL NO BERNABÉU.
A segunda metade começou com uma ocasião para o campeão europeu. O disparo de esquerda de Modric na pequena área obrigou Diego López a brilhar aos 48’. Um minuto depois Iscoinventou um precioso tiro em arco de zona frontal que roçou o poste da baliza dos visitantes. O golo que ampliava a vantagem resistiria em aparecer e Lopetegui fez entrar Mariano e Lucas Vázquez para os lugares de Benzema e Ceballos.
Imbatíveis pelo segundo jogo consecutivo
Os minutos passavam e aos 65’ podia empatar Borja Iglesias, mas o seu chapéu acertou na trave. A jogada acordou o Real Madrid, que podia ter marcado o 2-0 oito minutos depois. Ramos recuperou a bola no centro do campo, cedeu a Isco e o passe deste com a parte exterior do pé encontrou a cabeça do capitão do Real Madrid. A estética cabeçada encontrou como resposta uma grande estirada de Diego López. De aí até final o Real Madrid soube manter a vantagem e terminou sem sofrer golos pelo segundo encontro consecutivo.
Artigo publicado no site Real Madrid CF
“O Espanhol é uma equipa muito completa. É o jogo mais exigente dos que tivemos até agora no Bernabéu”, destacou Lopetegui. O técnico não poderá contar com Carvajal para o encontro. O lateral direito foi a única ausência no último treino antes do jogo. Entre os disponíveis encontra-se Gareth Bale, que atravessa um sensacional momento de forma e marcou ou assistiu nos seus dez últimos jogos oficiais.
Grande arranque
O Espanhol visita o Santiago Bernabéu depois de protagonizar um bom arranque na Liga. Os homens de Rubi, que assumiu o comando da equipa neste Verão, somam 7 pontos depois de terem conseguido duas vitórias, um empate e uma derrota. No entanto, o Real Madrid confia no seu histórico recente frente ao conjunto catalão em casa: invicto em 22 partidas para a Liga e nenhum golo sofrido nas últimas quatro visitas ao Espanhol.
Artigo publicado no site Real Madrid CF
imagem retirada de zerozero
Para ser muito sincero não sei o que dizer sobre esta derrota do Real Madrid CF. Isto porque nem a equipa do Espanyol mereceu vencer nem a equipa de Zidane mereceu perder. Isto se tivermos em linha de conta aquilo que ambas as equipas fizeram durante os 90 e poucos minutos.
O que se pode dizer, na minha opinião, é que Zidane tinha a obrigação de ter preparado a equipa «merengue» de uma forma completamente distinta daquela que vimos a entrar em campo. Não estou com isto a falar no onze apresentado, se bem que me custa muito perceber a razão que leva o técnico francês querer fazer de Gareth Bale um avançado. O que estou aqui a tentar dizer é que não é a primeira vez que a equipa de Quique Flores joga de uma forma tal que “não ataca, nem deixa atacar”. Foi muito por causa desta forma de estar em campo do RCD Espanyol que o FC Barcelona perdeu esta temporada no Estádio Cornellà-El Prat na primeira mão dos quartos-de-final da Copa del Rey.
Por tudo isto, mais do que colocar em causa o fraco desempenho de atletas como Isco e Bale (por exemplo) ou até mesmo apontar o dedo á equipa de arbitragem que errou – com gravidade - para os dois lados, há antes que apontar o dedo a Zidane que não soube, de forma alguma, preparar a equipa «blanca» para um embate que se adivinhava complicado.
Mas atenção. Nem tudo foi mau. Isto de se ter dado tudo por tudo nos minutos finais com Sérgio Ramos na zona do ponta de lança e de se apostar numa dupla de avançados para se tentar dar a volta a um teimoso empate a zero é de se louvar e, espero, que seja para se manter. O problema é que tal atitude deveria ter aparecido mais cedo no referido jogo.
MVP (Most Valuable Player): Mateo Kovačić. O internacional croata terá sido aquele que mais se destacou pela positiva. Enquanto esteve em campo procurou sempre colocar a equipa «madridista» em vantagem, mas este viu a sua vontade esbarrar na inércia dos seus colegas e num “muro defensivo” catalão que não queria outra cosia senão forçar um empate a zero ou uma vitória fortuita.
Chave do Jogo: Inexistente. Em momento algum ambas as equipas foram capazes de criar um lance que fizesse com que a vitória pendesse para o seu lado.
Arbitragem: O Espanyol teve um golo mal anulado aos 30 minutos, quando o árbitro Sánchez Martínez vislumbrou um fora de jogo inexistente de Gerard Moreno. Aos 41 minutos Victor Sánchez cortou um remate de Gareth Bale com o braço e o árbitro mandou seguir. Má decisão a 'compensar' outra má decisão. Má arbitragem com influência directa no resultado final.
Positivo: Vontade de vencer. A empatar a zero e o jogo a chegar ao gim, só uma equipa corajosa como este Real Madrid CF se arrisca a ir com tudo para a frente. A manter e a melhorar no futuro.
Negativo: Zinédine Zidane. A derrota «merengue» em Barcelona foi injusta, é um facto, mas a verdade é que a equipa «blanca» tinha a obrigação de se ter +reparado melhor para defrontar um adversário que todos sabiam como ia jogar.
O galês reapareceu marcando o segundo tento branco, que sentenciou a vitória do Real Madrid diante do Espanhol.
O Real Madrid somou no Bernabéu três importantes pontos, e apesar de ter dois jogos em atraso no campeonato, mantém a liderança da Liga três dias depois da vitória na Champions frente ao Nápoles. Zidane realizou sete alterações relativamente ao jogo de quarta-feira, voltando a demonstrar que todos os jogadores vão ser importantes ao longo da competição, e pensando nos outros dois compromissos que a equipa vai ter esta semana.
Duas das novidades no onze titular foram precisamente os artífices do único golo da primeira metade. Isco inventou uma precioda assistências aos 33’ e Morata, com uma grande cabeçada, colocou a bola no fundo das redes. Foi a última jogada de perigo duma primeira parte na qual o Espanhol não criou oportunidades e os locais podiam-se ter adiantado antes.
Ocasiões
Kroos marcou um canto aos 12’ e o remate de cabeça de Pepe falhou o alvo por escassos centímetros. Também podia ter marcado Cristiano Ronaldo após a recuperação e passe de Lucas Vázquez aos 30’, mas O. Duarte salvou a sua equipa sobre a linha de golo.
O REAL MADRID MARCOU EM TODOS OS JOGOS OFICIAIS QUE DISPUTOU.
A segunda metade foi mais mexida. Tentou empatar o Espanhol aos 61’ com um disparo de Hernán Pérez que Casilla enviou para canto, e oito minutos depois o Real Madrid esteve perto de aumentar a vantagem depois de um remate de cabeça de Cristiano Ronaldo que saiu por cima.
Regresso em grande de Bale
Zidane decidiu então fazer entrar Bale, que regressou após a lesão sofrida em Lisboa a 22 de Novembro, para o lugar de Morata. Os brancos continuavam a atacar. Kroos viu a desmarcação de Lucas Vázquez aos 78’ e fez um passe preciso, mas o vólei do espanhol terminou no lado de fora da rede lateral.
O golo da tranquilidade apareceu num rapidíssimo contra-ataque. Passe de Isco para as costas da defesa, e Bale não falhou no frente a frente com Diego López. O natural de Málaga fez as duas assistências do encontro, e o líder mantém-se no lugar mais alto da tabela. Na quarta-feira, no Mestalla, pode aumentar a vantagem para os perseguidores no jogo em atraso contra o Valência.