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História do Real Madrid CF (1941-1950)

por Pedro Silva, em 22.07.18

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Foi nesta etapa que nasceram os sucessos futuros da instituição e a rivalidade com o FC Barcelona.

 

Foi preciso reconstruir o estádio de Chamartín, formar uma nova equipa e retomar o pulso à competição. Desafios que, graças à figura de Santiago Bernabéu, conseguiram ser superados.

 

Nesta década foram lançados os alicerces daquele que, com o passar dos anos, seria reconhecido como ‘O Melhor Clube do Século XX’.

 

A equipa «blanca» tratou de ultrapassar os efeitos da Guerra Civil (1936-39), que a deixou sem as figuras mais emblemáticas. Sucederam-se contratações importantes!

 

É nesta altura que surgem os nomes de PrudenCorona e Bañón. Autênticos craques da época que marcaram o futebol espanhol (e não só).

 

A 15 de Setembro de 1943, Santiago Bernabéu toma posse como Presidente do clube. Iniciou-se então um lendário mandato no qual a instituição protagonizou grandes conquistas. Bernabéu tomou posse da presidência «madridista» com o intuito de estabelecer laços de concórdia entre todas as entidades.

 

Em 1948 Bernabéu é nomeado Presidente Honorário e de mérito da instituição blanca “pelo seu bem-fazer e o seu empenho constante pela «Sociedad Real Madrid Club de Fútbol»”.

 

Nasce a “velha rivalidade”GALERIA+1,1.jpg

 

Em 1943, nas meias-finais da «Copa del Rey», o Real Madrid CF enfrentou o FC Barcelona. Em Les Corts, a equipa azul-grená ganhou por 3-0. Na segunda mão, os «blancos» acabariam por eliminar o clube «culé» graças a uma extraordinária reviravolta. O Real Madrid CF venceu por uns surpreendentes 11-1! Nasceu aqui a eterna rivalidade entre os dois clubes.

 

Regresso a um passado vencedor


O Real Madrid enfrentou o Valência CF a 9 de Junho de 1946 numa final. Dez anos depois da última vitória da equipa na «Copa del Rey».

 

No estádio de Montjuic, o conjunto «blanco» foi dono e senhor do encontro. Bateram os «ches» por 3-1, somando, desta forma, mais um novo título.

A homenagem de Madrid à equipa «blanca»

 

O Presidente da Câmara de Madrid entregou a Ipiña (Medalha Desportiva da Cidade) pelo facto de o clube ter disputado 237 encontros oficiais. Cada jogador e treinador foi premiado com uma carteira em pele com uma nota de mil pesetas (6 euros).

 

UM SONHO TORNADO REALIDADE, O ESTÁDIO NOVO CHAMARTÍN

 

O estádio de Chamartín já era pequeno para albergar tantos sócios e adeptos «madridistas».

 

O então Presidente da altura. Santiago Bernabéu, quis ver o clube na vanguarda do futebol europeu.

 

Ao fim de 30 meses de obras, a 14 de Dezembro de 1947 foi inaugurado o estádio Novo Chamartín. O campo, de desenho europeu, foi estreado com um jogo amigável frente ao CF Os Belenenses. O primeiro encontro para a Liga espanhola foi frente ao Atlético de Bilbau (5-1).

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O BOLETIM INFORMATIVO DO REAL MADRID CF

 

Com o Novo Chamartín e os triunfos da equipa, surgiu a necessidade de criar um porta-voz dos adeptos.

 

A 1 de Setembro de 1950, nasceu o Boletim Informativo do Real Madrid CF. A capa da primeira edição foi autografada por Santiago Bernabéu com estes dizeres:

 

Desejo muitos êxitos à redacção do boletim madridista. Conselho de velho: tratem bem os amigos mas muito melhor os inimigos. Um abraço aos merengues.

 

PALMARÉS DO REAL MADRID CLUB DE FÚTBOL (1941-1950)

 

1 Copa del Rey

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publicado às 11:36

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imagem da entrega do prémio The Best da FIFA

 

Dois jogos a contar para a Liga espanhola, duas vitórias e duas goleadas. Uma em peno Bernabéu diante de um fraquíssimo Deportivo e outra no sempre difícil Mestalla diante de um Valência que esta temporada tem tudo para ser uma das equipas que irão conquistar um dos lugares cimeiros da tabela classificativa.

 

Daí a pergunta: Ainda querem despedir Zidane? Precisamente numa altura em que a equipa «madridista» parece estar a entrar nos eixos depois de um longo período de lesões e de experiências falhadas?

 

Se a reposta (ainda) for positiva sugiro que se recordem que não é por mero acaso que Zidane teve o sucesso que teve no comando do Real Madrid CF. É que isto de se ter sido treinador da equipa de juniores do Real Madrid CF, equipa B do Real Madrid CF e adjunto de Carlo Ancelotti no Real Madrid CF (com o qual venceu uma UEFA Champions League) não acontece a todos. E que eu saiba no futebol “não se faz magia”.

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publicado às 22:12

Quando regressa a BBC

por Pedro Silva, em 27.01.18

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imagem retirada de zerozero

 

Já aqui o tinha dito e hoje deu para verificar, mais uma vez, que quando Zidane não inventa e aposta no melhor onze e esquema do Real Madrid CF as coisas correm bem. Desta vez do outro lado da barricada não estava um frágil e acessível Deportivo. Estava antes um Valência que tem estado a fazer uma época muito boa. Para mais o jogo decorreu no Estádio de Mestalla, o que torna esta goleada merengue de 4 bolas a 1 muito meritória  

 

Não há mesmo volta a dar. Se o Real Madrid quiser “escalar” na classificação de La Liga para, pelo menos tentar, alcançar o segundo lugar Zidane terá de colocar em campo a BBC e no meio campo apostar na “tripla” Casemiro, Kroos e Modric. Isto da revolução no onze inicial não funciona. Especialmente quando a moral está em baixo e se tem toda uma Comunicação Social a exigir o “corte de cabeças”. É somente desta forma que a equipa madridista funciona como um todo. O problema é que com tal deixa-se de lado o tão desejado rejuvenescimento do plantel «blanco», mas acredito que com as coisas a melhorar (e com as lesões a desparecer) o espaço e tempo para juventude chegará. Há é que ter paciência e não voltar a apostar no caminho que ditou a eliminação da Copa del Rey.

 

Mas o facto de hoje a equipa «merengue» ter vencido de forma categórica em casa de uma boa equipa - como é o caso deste Valência CF - não invalida que não se levantem algumas questões. A principal prende-se com o facto de já não ser a primeira vez que o defesa central Nacho é mal batido num lance de bola parada. A outra prende-se com a “tremideira” que tomou conta da equipa de «Zizou» após o golo da equipa da casa… Na altura o resultado ficou num perigoso 2 a 1 que só não deu mais prejuízos para a equipa da capital espanhola porque o Valência não soube aproveitar este momento de fragilidade madridista. Acredito que tudo isto se deva ao actual mau momento e enorme pressão que o Real Madrid CF vem sentindo nos últimos tempos, mas Fevereiro está já aí e o PSG não vai ser “pera doce”.

 

Para terminar gostaria de deixar aqui algumas palavras sobre este “bravo” Valência CF de Marcelino- è uma equipa que tem uma filosofia de jogo muito parecida com a do Atlético de Madrid de Simeone. A diferença é que o Valência procura jogar futebol. Já o Atlético é mais “pancadaria” e o resto vê-se. Marcelino apostou hoje numa equipa onde a velocidade era a palavra de ordem, mas esta sua aposta “esbarrou” de frente numa linha a defensiva madrilena que hoje esteve bem em quase todos os aspectos. Este Valência está bem melhor do que na época passada, mas parece-me que está a perder muita da força que evidenciou na primeira metade da actual temporada. Vamos a ver como vai isto acabar para a equipa «Che». Quanto aos seus jogadores, o meu destaque vai para o avançado Santi Mina, um jogador que parece ter um potencial fora do comum. A ver se o tempo confirma esta minha ideia.

 

MVP (Most Valuable Player): Cristiano Ronaldo. Dois golos (de Grande Penalidade) e uma vontade imensa de querer ajudar a equipa. Cristiano já não é aquele jogador que não parava nunca de se movimentar em alta velocidade até o jogo chegar ao fim, mas este continua a ser um avançado temível cujas diagonais da lateral para o meio são uma tremenda dor de cabeça para qualquer linha defensiva. A manter e, se possível, melhorar CR7.

 

Chave do Jogo: Apareceu somente no minuto 84´, altura em que Marcelo marcou o terceiro golo da equipa «blanca», deitando por terra toda as aspirações da equipa «Che».

 

Arbitragem: Estrada Fernández levou a cabo uma boa arbitragem. Tanto como os seus colegas de equipa não se deixara influenciar pela enorme pressão dos adeptos da equipa da casa que exigiam tudo e mais alguma coisa sempre que um jogador do Valêncio CF se atirava para o chão. O desempenho de Estrada Fernández poderia ser excelente se este não tivesse amarelado Raphael Varane na segunda parte por causa de um lance em que este não jogou a bola com a mão.

 

Positivo: O regresso da BBC. Efectivamente parece que a solução de uma grande parte dos males da equipa «merengue» passa pela utilização da BBC. E em boa hora esta apareceu dado que se avizinha o jogo que poderá decidir toda uma época.

 

Negativo: Golos sofridos. Equipa como o Real Madrid CF não pode sofrer tantos golos em La Liga. A equipa «blanca» é muito superior em termos de qualidade quando comparada com quase todos os participantes do campeonato espanhol.

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publicado às 18:06

Golos com História: Guti

por Pedro Silva, em 26.01.18

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Na temporada 1999/00, marcou da entrada da área no Mestalla.
 
Esta semana em Golos com História o protagonista é Guti. A sua incrível visão de jogo, a sua técnica os seus passes tornaram o médio num dos ídolos do madridismo. Além das assistências, destacou-se também por ser um jogador com elevada capacidade de concretização.
 
O Real Madrid defrontou o Valência no Mestalla na temporada 1999/00. Os donos da casa marcaram primeiro e os blancos foram para a frente em busca da igualdade. No minuto 59, Guti recebeu a bola à entrada da área e depois de fazer uma finta de pé esquerdo rematou, levando a bola a entrar junto ao poste, fora do alcance do guardião adversário. O Real Madrid empatou esse jogo e meses mais tarde voltou a encontrar o Valência na final da Taça dos Campeões em Paris. Então, venceu 3-0 graças aos tentos de Morientes, McManaman e Raúl, tendo levantado a Oitava.

Guti fez a formação na cantera do Real Madrid até chegar à equipa principal, pela qual jogou 542 partidas e marcou 77 golos. Além disso, conquistou 15 títulos: 3 Taças dos Campeões, 2 Taças Intercontinentais, 1 Supertaça Europeia, 5 Ligas e 4 Supertaças de Espanha.
 

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publicado às 19:02



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