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O melhor de 2016 no Real Madrid

por Pedro Silva, em 31.12.16

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Com Zidane como técnico, os merengues conseguiram três títulos: a Undécima, o Mundial de Clubes e a Supertaça da Europa.

 

O ano de 2016 já tem um lugar de honra nos 114 anos de história do Real Madrid. O clube merengue ganhou, tal como em  2014, a tripla coroa internacional: Champions League, Supertaça da Europa e Mundial de Clubes. Mas antes de conquistar estes títulos, o ano começou com a chegada de Zidane ao banco madridista. A 4 de Janeiro, o francês foi apresentado como novo treinador dando início a uma dinâmica ganhadora que tornou o ano inesquecível.

Zidane teve uma trajectória de lenda como jogador e os seus primeiros passos não podiam ter sido melhores. Com o francês, o Real Madrid é a equipa da Liga que mais pontos somou, lutou pela edição de 2015/16 até à última jornada e estabeleceu um novo recorde de vitórias consecutivas do clube nessa competição: 16. Uma série, na qual se superou com êxito o exame do Camp Nou, com um grande triunfo por 1-2 graças aos golos de Benzema e de Cristiano Ronaldo.

 

O grande momento de 2016 aconteceu na Liga dos Campeões. O herói na Nona converteu-se no treinador da Undécima. Os brancos ultrapassaram as eliminatórias frente à Roma, Wolfsburgo e Manchester City para atingir a final de Milão ante o Atlético de Madrid. No San Siro voltou-se a viver uma noite mágica para se alcançar a décima primeira Taça dos Campeões Europeus.
 
Vitória na rodada de penáltis
Como já fizera na Décima, Ramos voltou a marcar numa final da Champions e foi o autor do 1-0. Após o empate do Atlético e o prolongamento, o desafio decidiu-se desde a marca de grande penalidade. O Real Madrid assinou uma série perfeita e Cristiano, máximo goleador dessa edição da Champions com 16 tentos, marcou o penálti decisivo.

 

O início da temporada 2016/17 surgiu com a conquista de um novo título: a terceira Supertaça da Europa. O Lerkendal Stadion de Trondheim (Noruega) foi o cenário desse encontro, no qual o Sevilha foi o adversário. Uma vez mais, o Real Madrid teve que lutar até ao fim para levantar o troféu. Asensio estreou-se em jogos oficiais com um golaço, mas o Sevilha deu a volta ao marcador. Ramos transformou-se em herói ao levar o jogo para prolongamento com um golo aos 93', tendo Carvajal resolvido o encontro no último minuto do tempo extra.

 

O Real Madrid tem estado invicto desde o começo de Abril, encadeando 37 jogos sem perder (recorde do clube). Para além dos títulos, esta grande série permite que os madridistas encerrem 2016 como líderes da Liga. Nesta prova, a visita ao Camp Nou em 3 de Dezembro voltou a ser um momento de grande emoção, graças ao golo do empate de Ramos ao minuto 90’. O capitão voltou a aparecer nos últimos minutos e viu recompensada a entrega do Real Madrid até ao apito final.

 

O ano culminou com a conquista do segundo Mundial de Clubes, que converteu o Real Madrid no único pentacampeão do mundo. O encontro teve lugar no Japão e na final venceu o Kashima Antlers (4-2). Os merengues tiveram de voltar a esperar pelo prolongamento para se sagrarem campeões e Benzema e Cristiano Ronaldo marcaram os golos. O português, que poucos dias antes recebera a Bola de Ouro de 2016, fez um hat-trick diante dos japoneses e foi eleito melhor jogador do torneio.

 

Com este triunfo histórico no Japão, o Real Madrid colocou a cereja no topo do bolo de um ano inesquecível e tem a honra de durante 2017 fazer brilhar nas suas camisolas o símbolo de campeão do mundo.

 

in Real Madrid CF

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publicado às 16:49

A final realiza-se a 18 de dezembro, em Yokohama, pelas 19:30 locais (10:30 em Lisboa).

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O Real Madrid, campeão europeu de em título, é o grande favorito à conquista do 13.º Mundial de clubes de futebol, que se realiza nas cidades japonesas de Yokohama e Osaka, de 08 a 18 de dezembro.

 

A formação em que alinham os internacionais portugueses Cristiano Ronaldo, Pepe e Fábio Coentrão apenas entra na prova nas meias-finais, a 15 de dezembro, frente aos mexicanos do Club América ou aos sul-coreanos do Jeonbuk Hyunday.

 

O principal adversário dos ‘merengues’, vencedores da prova em 2014, é, em termos teóricos, o estreante Atlético Nacional, o conjunto colombiano que arrebatou a Taça dos Libertadores pela segunda vez em 2016, repetindo 1989.

 

Para chegar à final, o representante da América do Sul terá de bater, nas meias-finais, o Mamelodi Sundowns, da África do Sul, ou o vencedor do embate entre os anfitriões do Kashima Antlers e os neo-zelandeses do Auckland City.

 

Em 12 edições – desde 2005, depois de uma estreia descontinuada em 2000 -, a Europa arrebatou oito troféus e a América do Sul os restantes quatro, todos por intermédio de formações brasileiras.

 

A supremacia europeia é ainda mais ‘esmagadora’ analisando apenas os últimos nove Mundiais: oito triunfos, três por intermédio do FC Barcelona, recordista de vitórias desde que a prova substituiu no calendário a Taça Intercontinental.

 

A vitória de 2012 do Corinthians (1-0 ao Chelsea) - a outra equipa além do ‘Barça’ com mais de um troféu, pois também venceu em 2000 – é a exceção na supremacia total dos europeus, que o Real Madrid vai tentar reforçar.

 

Em 2016/17, os ‘merengues’ ainda não perderam qualquer encontro, somando 22 jogos (16 vitórias e seis empates) de invencibilidade, que se prolonga a 33 (26 triunfos e sete igualdades) contando com a época transata.

 

Temporalmente, os campeões europeus em título não perdem um encontro há precisamente oito meses, depois do desaire por 2-0 no reduto dos alemães do Wolfsburgo, a 06 de abril, na primeira mão dos quartos de final da Liga dos Campeões.

 

Se não perder na receção a Borussia Dortmund (quarta-feira) e Deportivo (sábado), o conjunto de Zinedine Zidane chegará ao Japão com uma impressionante série de 35 jogos sem conhecer o sabor da derrota.

 

Caso dê sequência no Japão, o Real Madrid passa a ser o único clube a somar cinco títulos entre Mundial de clubes e Taça Intercontinental (venceu em 1960, 1998, 2002 e 2014), desempatando com o AC Milan (1969, 1989, 1990 e 2007).

 

Em termos individuais, mais ainda face à ausência de Gareth Bale, o português Cristiano Ronaldo é a grande ‘estrela’ da edição 13 do Mundial de clubes, ele que nunca brilhou na prova, que venceu em 2008, ainda pelo Manchester United, e 2014.

 

O jogador luso, ‘rei’ dos goleadores da história do Real Madrid e das taças europeias, nunca foi o melhor jogador ou marcador da prova e está em ’branco’ em finais, pelo que tem uma terceira ocasião para o conseguir.

 

A prova arranca na quinta-feira, com o estreante Kashima Antlers, recente vencedor do último campeonato japonês, a ‘receber’ os neo-zelandeses do Auckland City, que contam sete presenças e foram semi-finalistas em 2014.

 

Os ‘quartos’ realizam-se no domingo, com os campeões asiáticos do Jeonbuk Hyunday, que caíram nos ‘quartos’ em 2006, a defrontarem o Club América, vencedor da ‘Champions’ da CONCACAF, que foi semi-finalista em 2006 (0-4 com o FC Barcelona) e ficou-se pelos quartos de final em 2015.

 

Por seu lado, o Mamelodi Sundowns, campeão africano em título, espera pelo vencedor do ‘play-off’ entre os nipónicos e os representantes da Oceânia.

 

Nas meias-finais, estão já, a aguardar pelos adversários, o Atlético Nacional, que joga a 14 de dezembro, e o Real Madrid, com estreia marcada para o dia seguinte.

 

in SAPO Desporto

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publicado às 09:00



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